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Vamos entender a depressão?


Para este artigo busquei um tema que muito frequentemente é falado, a depressão, pois o que é sabido sobre o assunto é muito superficial e pode gerar dificuldades tanto para quem está passando pela situação, quanto para as pessoas que os cercam.

Depressão foi o tema do Dia da Saúde de 2017, que ocorreu em 03 de abril deste ano, promovido pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), sendo o lema da campanha mundial, “Depressão: vamos conversar”.

Tenho observado que muitas pessoas confundem tristeza causada por uma determinada situação pontual com depressão, o que torna ainda mais difícil a compreensão dos casos por parte, tanto de quem está deprimido, quanto de quem convive com este.

Busquei junto ao Psiquiatra Dr. Thiago Salum Fontana mais esclarecimentos sobre os sinais que podem diferenciar tristeza da depressão, bem como, quais as ações que podem aliviar o sofrimento de todos que estão envolvidos. O olhar psiquiátrico sobre o quadro é muito enriquecedor para melhor compreensão e diminuição do estigma que o acompanha. Seguem abaixo apontamentos feitos pelo Dr. Thiago:

“A Depressão é considerada o mais comum dos transtornos psiquiátricos, chega a atingir 20% da população ao longo da vida e é uma das principais causas de afastamento do trabalho no mundo. Os principais sintomas são: alteração de humor (principalmente tristeza), irritabilidade, desesperança, culpa, baixa autoestima, falta de energia, perda de prazer por coisas que antes gostava, alteração de apetite e de sono.

Conforme a colega, psicóloga Márcia, apontou: depressão é diferente de tristeza, que é uma emoção normal relacionada a situações de perdas, frustrações, desapontamentos, fracassos, dificuldades profissionais e financeiras ou dúvidas e angústias existenciais. Uma pessoa triste pode mudar ou melhorar quando o motivo da tristeza se desfaz ou quando um estímulo positivo a anima, mesmo que temporariamente. Já a pessoa com depressão tem muito mais dificuldade de “reagir” aos eventos positivos, mantendo-se desesperançada e negativa.

O tratamento farmacológico consiste no uso de medicações que aumentem alguns neurotransmissores, principalmente a serotonina, noradrenalina e a dopamina. Essas medicações devem ser bem escolhidas, de acordo com o padrão de sintomas do paciente, e serem mantidas pelo tempo necessário para que os sintomas não retornem. É fundamental que o paciente durma bem, mesmo que para isso, pelo menos inicialmente, use algum indutor de sono ou sedativo.

As psicoterapias são essenciais, com especial destaque às terapias analíticas (Psicanálise, fenomenológico-existencial, etc), pois podem auxiliar o paciente a encontrar o sentido dessa depressão em sua história e vida atual, possibilitando compor junto ao terapeuta entendimentos que propulsionam as mudanças necessárias para melhora do quadro.

O tratamento não farmacológico também consiste em hábitos saudáveis de vida, como: não usar álcool ou drogas, fazer exercícios físicos (lembrando que não é preciso forçar o paciente, pois inicialmente os sintomas afetam o ânimo e a energia), ter atividades de lazer e relaxamento, entre outros. ”

Marcia Kelen Moscatelli CRP 06/127284, é Psicóloga pela UNIP, Psicopedagoga Institucional UNICID – Universidade da Cidade de São Paulo, Gestora de Processos Gerenciais, UNICID – Universidade da Cidade de São Paulo, Atualização em Motivação nas Organizações FGV, Extensão em Estilo de Gestão e Liderança FGV, Atualização em Contratação de Trabalhadores FGV, Atualização em Assistência Psicológica na Pediatria Hospital Albert Einstein Instituto Israelita Ensino e Pesquisa, Aperfeiçoamento Profissional Seminário de Marketing Categorizado Instituto de Marketing Brasil – Argentina, Atualização TDAH Diagnóstico e intervenções, Atualização em Neuropsicologia Diagnóstico e intervenções Hospital Albert Einstein Instituto Israelita Ensino e Pesquisa, Atualização em Psicologia Esportiva.

Contato: (15) 997772825
E-mail: marcia@psisorocaba.com.br
Site:www.psicologamarciakelen.com.br

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2 comments on “Vamos entender a depressão?

Muito bom parabens pelo seu artigo a Depressão tem cura mesmo valeu

Instituto Americano

Obrigado Murilo

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