Técnicas para aprender inglês mais rápido


Em artigo escrito pelo Professor Adrian Clarindo mestre em Linguagem (UEPG) para o Blog da editora Disal ele propõem uma poderação sobre os métodos mais assertivos para a aprendizagem da língua Inglesa e nos leva a compreender que cada pessoa aprende melhor de uma forma conforme observamos nesse trecho: Tanto as escolas quanto os alunos vêm percebendo que antes de qualquer metodologia, regra, proibição, repetição, mecanismo, o que temos de lidar é com seres humanos e seus diferentes jeitos de apreender a realidade que se apresenta a eles assim como qualquer língua.”.

Considerando as reflexões propostas pelo Mestre Adrian Clarindo convidamos os professores de inglês do INSTITUTO AMERICANO DE ENSINO da Avenida Itavuvu para dividir conosco quais foram as técnicas e métodos que eles usaram para aprender inglês quando eram alunos. Confiram as dicas importantes para quem saber quais técnicas e métodos podem ser usadas para otimizar a aprendizagem.

“Como aluno eu nunca fui de estudar muito em casa por falta de tempo pois trabalhava e estudava e encaixava o curso de Inglês no tempo livre escasso que eu tinha. Por isso aproveitava muito bem o tempo na sala de aula prestando atenção, tirando dúvidas com o professor e fazendo anotações. Usava o tempo de caminhada até o ponto de ônibus para falar sozinho em inglês pela rua. Me lembro especificamente de quando aprendi os números e abecedário. Ao avistar algum carro eu falava as letras e os números das placas em inglês.” Cleber Moscatelli – Diretor.

“Eu aprendi inglês repetindo vocabulário. Para praticar os a audição eu geralmente treinava fazendo as lições de casa, onde eu tinha que escrever 8 frases ou mais. Eu geralmente fazia em dias alternados, ouvindo mais que uma vez e tentando repetir. Eu ouvia muita música também e tentava cantar junto. Na escrita eu geralmente tinha que traduzir frases do inglês para o português e vice e versa. Após isso eu tinha que criar diálogos e textos com o tema proposto isso me ajuda muito a organizar as ideias para produzir em inglês. Para leitura eu praticava lendo em voz alta na sala de aula minhas composições corrigidas pelo professor e em casa tentava fazer o mesmo processo pelos menos duas vezes por semana. E na fala, eu geralmente praticava com criação de frases, nos níveis básicos, e nos intermediários eu praticava reportando frases que meus colegas faziam com o tema proposto ou completando diálogos que já existiam.” Vanessa Pereira dos Santos – Técnica de Inglês.

“Para praticar audição e leitura, eu assistia séries com legendas em inglês, no começo foi muito difícil mas com o passar do tempo fui entendendo mais e mais; Ao assistir séries além de ouvir, lia as legendas e anotava palavras e frases chave, outra coisa que fazia para treinar leitura e pronuncia era leitura em voz alta, dessa maneira conseguia me familiarizar com os sons que existem em inglês que não existem no português e praticá-los, quando não sabia como pronunciar uma palavra ouvia e ficava repetindo. Para memorizar vocabulários que tinha mais dificuldade, colava papéis em lugares onde eu os viesse com frequência, para treinar escrita, escrevia minhas opiniões sobre os mais diversos temas em inglês, o que não era fácil, usava muito o dicionário e o Google tradutor, e para treinar a fala, sempre que tinha oportunidade atormentava pessoas que também falavam ou estavam estudando inglês sendo curioso querendo saber da vida delas e de suas opiniões sobre coisas diversas. Aí era também onde tinha oportunidade de usar as opiniões que já havia escrito anteriormente, e onde apareciam novas necessidades de estudo.” Tiago Fabrício Alvez – Técnico de Idiomas.

“Costumava praticar a audição com músicas, como uma boa parte dos estudantes de idiomas. Gostava de ler a letra e tentar acompanhar a pronuncia. Um truque, que talvez nem todo mundo fizesse, era ouvir conversas e versões acústicas das músicas, uma vez que a pronuncia, normalmente, é mais clara. Assistir filmes e séries em inglês também ajudava bastante, apesar de utilizar as legendas. Além das aulas de conversação, que eu frequentei bastante, praticar a audição da maneira que eu praticava, me ajudou também com a fala. O que também me ajudou muito foi não me pressionar a falar inglês, eu não me cobrava para isso, segui meu próprio ritmo e falava o que me sentia segura para falar, depois desse período, passei a falar somente em inglês com meus colegas de curso e amigos que também eram estudantes da língua. Depois que eu comecei essa prática guiada com as músicas, séries e filmes, a leitura acabou se tornando mais fácil. Comecei com os textos vistos em aula, depois comecei a tentar ler letras de músicas antes de ouvi-las, assistir filmes que eu já conhecia com a legenda em inglês, e por fim, comecei a tentar ler livros em inglês, infelizmente, meu primeiro foi The Picture of Dorian Gray, um livro não tão fácil nem mesmo para fluentes na língua. Depois do trauma, ler em inglês tornou-se um hábito. Para escrever eu usava muito exercícios de preenchimento de lacuna tirados da internet. Não tem outro jeito de explicar meus primeiros passos escrevendo em inglês, adorava preencher letra de música. Comecei a escrever tópicos das explicações dadas em aula, depois, passei a escrever e reescrever as redações pedidas como lição de casa, escrevia o mesmo texto 2 ou 3 vezes de maneiras diferentes, até começar a escrever textos em inglês pelo simples prazer de escrever textos em inglês.” Yohanna Menassi – Técnica de Inglês.

Eu lembro de procurar a letra de músicas que eu gostava e tentava ler junto com a música e até mesmo decorar a música e faço isso até hoje, ajuda a melhorar pronuncia também. Acredito que os exercícios dos livros de exercícios do cursos que eu fiz me ajudaram muito pois diversas vezes tínhamos exercícios de escutar áudio. Por vezes o professor pedia exercícios de escrita como composição, eu sempre fazia e me ajudou muito a entender como me comunicar através da escrita. Eu era bem falante em sala de aula, então sempre respondia o professor, adorava apresentar projetos e as vezes tentava falar em inglês com meus amigos. Eu lia quadrinhos (na maioria das vezes mangás que foram traduzidos para o inglês), quase sempre jogava jogos em inglês e entrava em sites e blogs americanos. Eu gostava de ler a parte de grammar reference do material que usávamos no curso e marcar informações importante com caneta marca texto.” Tais Peres – Técnica de Inglês.


 

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